Sexta-feira do peixe, Sábado de descanso e Domingo de chocolate.
Confesso que estou longe de ser um poço de conhecimentos bíblicos e pratico diariamente o descostume de me aprofundar no assunto. No qual sou a típica piada daqueles almoços dominicais, passando da avó na cabeceira pela priminha e sua boneca do outro lado da mesa. Gafesinhas cometidas por pura falta de vergonha na cara para ler e descobrir sobre os sei lá quantos vales de Jesus e suas alucinações no deserto. Não tenho justificativas prontas pra isso, simplesmente não é o que mais me clama a alma, toma meu tempo ou aluga atenção máxima. Não sou uma alienada da história cristã, não é isso. Mas prefiro ir descobrindo aos poucos, entre um almoço e outro, o que contam os antigos (e invariavelmente os mais novos). Entrego-me, ponho o pensamento à tapa, confesso que gosto da Páscoa e, os católicos fervorosos que me perdoem, mas da história do chocolate eu entendo mais um pouco. E nesses três diasinhos que se seguem, sigo eu com minha espiritualidade, com meu espírito de gordo, juntos. Sempre com fé de que será mais um feriado a se lembrar, a me lambusar e - por que não?- aprender, entre um ovo e outro, um pouco do tanto que falta descobrir. Aprender que Abel era homem, e não há teimosia no mundo ou soar de tom feminino que o torne mulher.
Minha querida.. ja que achas que devo atualizar meu blog. Lhe direi o que é tudo isso, que voce má cristã! vai la
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