Ai, Hai de ti que não sabe o que é sorrir
Truque falho do destino, mãe que lhe fez parir
Em tempos de macelas, em campos longe daqui
Recusa indigente, tua gente já não espera
A mudança que não houve, as asas que não tivera
Ai, Hai de ti,
Ai dos teus, dessa vida desumana,
Desse Deus, desabafo,
Desespero de quem ama
Prato fundo de vazio
Vida rasa de esperança
Alaga portos sem príncipes
com o choro de criança
Ai, Hai de ti,
Ai dos teus, dessa vida desumana,
Desse Deus, desabafo,
Desespero de quem ama
Sensibilidade a flor da pele. Estávamos em Friburgo e vimos a tragédia. Algumas lágrimas escondidas... O fim do mundo podia estar ali; na tela da TVm via satélite....
ResponderExcluirVc e sempre vc pronta para captar o momento - como toda boa fotógrafa - lente aberta, faro fino e sensibilidade. Sempre!!!!
TAIA.