domingo, 13 de abril de 2014

Nada mais importa


Nada mais importa, além dos nossos chinelos de criança, uns banhos de mangueira, o frio da serra, três panelas de brigadeiro, o calor do Rio de Janeiro. Nada além de algumas músicas, alguns filmes, algumas músicas de alguns filmes e eles eternamente. Não importa a política, que se danem as notícias,  os bancos, os anúncios, Paes e Cabral, esses dois em especial. Que se danem as rimas(!), os preços surreais, o coco de cinco reais, o natal da Leader Magazine e a Bruna Marquezine. Que se dane a TIM e a TPM, o dedinho do Itaú e a internet banda larga. Por favor, que se dane o feicebúqui e, mil vezes, essas milhares de fotos. Que nada mais importa além do riso nosso, um chope gelado, exageros inventados por quem gosta de inventar. E a gente gosta pra dedéu. Inventa moda e muda a cada segundo, a gente chora, dança, abraça, fala, cala, a gente muda e cresce junto. Que se dane Raimundo e a maior dor do mundo, que quem se tem sabe o valor do encontro e nada mais importa, tanto

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