Nada mais importa, além dos nossos chinelos de criança, uns
banhos de mangueira, o frio da serra, três panelas de brigadeiro, o calor do
Rio de Janeiro. Nada além de algumas músicas, alguns filmes, algumas músicas de
alguns filmes e eles eternamente. Não importa a política, que se danem as
notícias, os bancos, os anúncios, Paes e
Cabral, esses dois em especial. Que se danem as rimas(!), os preços surreais, o
coco de cinco reais, o natal da Leader Magazine e a Bruna Marquezine. Que se
dane a TIM e a TPM, o dedinho do Itaú e a internet banda larga. Por favor, que
se dane o feicebúqui e, mil vezes, essas milhares de fotos. Que nada mais
importa além do riso nosso, um chope gelado, exageros inventados por quem gosta
de inventar. E a gente gosta pra dedéu. Inventa moda e muda a cada segundo, a
gente chora, dança, abraça, fala, cala, a gente muda e cresce junto. Que se
dane Raimundo e a maior dor do mundo, que quem se tem sabe o valor do encontro
e nada mais importa, tanto
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