Todo mar é impossível,
Cor nenhuma é também
a palavra "Brisa" ou "Bruma"
é escolha de alguém
é o inverno escandinavo
é o suor dos iorubas
é a palavra esquecida
pelos meros mortais
Passo a passo, me esvaio
Beiro a margem do caminho
Fluo o rio quase seco
é preciso andar sozinho
O silêncio medra o mundo
que silêncio já não tem
Bebo o caos obscuro,
que aqui em cima vende bem.
caio lento,
embriagado,
com os sonhos que comprei.
E o em cima agora é lá.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Sem perguntas, sem buquê
Veja só, meu bem,
venha só, sem favores
sem perguntas, sem buquê
Venha bem,
Bem devagar
Preu tentar te avisar
O samba é bambo
O salto é alto
O sonho, em outro andar
Porque não quero explicar
Eu não quero entender
Eu não posso mais ver
O meu eu em você
Porque não posso entender
Eu não quero mudar
Eu não quero dizer
Que não quero você
venha só, sem favores
sem perguntas, sem buquê
Venha bem,
Bem devagar
Preu tentar te avisar
O samba é bambo
O salto é alto
O sonho, em outro andar
Porque não quero explicar
Eu não quero entender
Eu não posso mais ver
O meu eu em você
Porque não posso entender
Eu não quero mudar
Eu não quero dizer
Que não quero você
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